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Segunda edição do Spin Up inicia trazendo ao público panorama da era digital

O Spin Up Summit 2019, maior evento statup+indústria da América Latina, começou ontem, 16, bombardeando o público com as tendências da nova economia, tecnologia, mundo do mercado de trabalho e o comportamento das pessoas a partir disso. Já no primeiro dia, a agenda contou com palestras de nomes como Guga Stocco, Sofia Esteves, Luciano Potter e Erico Fileno.


17/10/2019 16:47:25


Segunda edição do Spin Up inicia trazendo ao público panorama da era digital

Abrindo o evento, o CEO da Spin, Beny Fard, ressaltou as mudanças que ocorrem de forma rápida na era da tecnologia, um movimento que exige empenho das empresas. “Isso está acontecendo no mundo, mas também no Brasil, onde será preciso se reinventar e buscar novas formas de produzir e entregar valor”, alertou.

 

Nesse contexto, ele salientou o desafio atual da indústria que é proporcionar a experiência do serviço para o cliente. “As empresas precisam entender como e por quê a economia está se transformando e compreender o novo comportamento do consumidor”, destacou.

 

O universo do mercado de trabalho também está em constante alterações. Nessa linha, a CEO da CIA de Talentos, Sofia Esteves, apresentou o panorama da vida profissional atual. “Ainda existe muito para ser feito para conseguir construir um futuro positivo e saudável às pessoas e organizações. Vamos precisar ganhar velocidade nos objetivos estratégicos e mudanças para sermos competitivos e acelerar o crescimento. E as pessoas precisam estar no centro disso tudo, confiando no propósito e nas atitudes do líder e da organização de forma participativa”, enfatizou.

 

Por esse motivo, o CEO da Kick Ventures, Rodrigo Quinalha, afirmou que as startups agregam não somente por apresentar a solução para um problema industrial ou de produto, mas também representam uma troca de conhecimento para os colaboradores da organização. “Um dos objetivos da startup dentro da indústria é impactar positivamente os colaboradores, afinal, eles serão parte fundamental durante o processo de mudança”, complementou.

 

Por outro lado, a transformação digital também traz consequências quando peca pelo excesso. Foi isso que o comunicador Luciano Potter, expôs em sua palestra. “O mundo nunca foi tão conectado e no Brasil, as redes sociais fazem parte da rotina de mais de 70% da população. Para se ter uma ideia, em apenas um dia, as pessoas assistem quatro milhões de horas de vídeos no Youtube, postam 67 milhões de imagens e textos no Instagram e criam 650 milhões tweets no Twitter”, numerou.

 

Potter comentou que o imediatismo da internet pode interferir na saúde física e mental e nada substitui a interação humana. “Precisamos dosar a quantidade de atenção direcionada à vida digital e desacelerarmos. O algoritmo não substitui a confiança no ser humano”, completou.

 

Para o vice-presidente de Vendas da IBM, a era digital exige preparação e esforço para revolucionar dentro do mercado com as ferramentas da Indústria 4.0. “A inteligência artificial e a Internet das Coisas já estão gerando grandes oportunidades de negócio, pois tudo está conectado e as tecnologias disruptivas estão transformando indústrias, empresas e profissões”, disse.

 

Finalizando a programação do primeiro dia, o palco principal foi tomado pelos insights futuristas e atuais de Guga Stocco. “Muitas empresas vão quebrar se continuarem seguindo as ideias do século passado. O foco já não é mais tão na venda e, sim, no design, no produto”, explicou.

 

O Spin Up Summit segue nesta quinta-feira, 17, recebendo, novamente, uma sequência de palestras com importantes profissionais do segmento de inovação, incluindo Samy Dana e Vilfredo Schürmann,. A agenda completa está no http://spinup.spin.capital/.

 

Destaques:

 

David Steuer (Head de M&A do IGC): “O mundo das transações mudou muito nos últimos anos, principalmente com a chegada das startups no mercado. No universo de investimentos, a startup sai na frente, pois o empreendedor conhece o mundo das pedras para conseguir aporte financeiro”.

 

Bradlei Moretti (CEO da Berkan): “A governança corporativa é o DNA dos donos, reflete confiança. Nesse sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo as práticas e os relacionamentos entre proprietários, conselho de administração, diretoria e órgãos de controle. Com o crescimento dessa visão, surgiram novas oportunidade, incluindo as soluções com as startups”.

 

Daniela Arruda (Partner Taylor da Handmade Venture): “Fomos as duas primeiras mulheres da América Latina a ter fundos no Vale do Silício. E apesar da crise, do posicionamento americano contra imigrantes, recebemos apoio no Vale para criar a venture e já captamos 30 milhões de dólares. Tudo é relacionamento entre investidor e empreendedor. Nós fomos interessadas para sermos interessantes”.

 

Erico Fileno (Head de Inovacão e Design da Visa): “A inovação é contextualizada”.

 

 

Sobre a Spin

A Spin é a primeira e a maior rede de aceleradoras startup+indústria do Brasil (hardware e software) e também uma das dez melhores aceleradoras do país, conforme o Startup Awards 2018. Com unidades estabelecidas nas cidades de São Paulo, Curitiba, Joinville, Blumenau e Jaraguá do Sul, a Spin é parceira oficial do Stanford Research Institute para todo o território nacional e tem como objetivo colocar frente a frente startups inovadoras, indústrias e investidores interessados em transformá-los em negócios exponenciais. Para saber mais, basta acessar o site www.spin.capital. A aceleradora também está nas redes sociais e possui o portal de educação www.exponencial.vc.

 

Foto: Cesar Castro – divulgação Spin


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